O curso superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas está inserido no Eixo de Informação e Comunicação, o qual compreende as tecnologias relacionadas à comunicação e processamento de dados e informações.
Abrange ações de concepção, desenvolvimento, implantação, operação, avaliação e manutenção de sistemas e tecnologias relacionadas à informática e telecomunicações que podem atender à demanda do comércio e serviços do município de Cametá e cidades vizinhas.
Para tanto, o profissional egresso do curso superior de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas do IFPA Campus Cametá é aquele que, a partir da utilização do senso crítico da realidade local e forte formação socialmente engajada, analisa, projeta, desenvolve, testa, implanta e mantém sistemas computacionais de informação de comerciantes, em escritórios de advocacia, em lojas de material de construção, escritórios de contabilidades, em escolas, pequenos empreendedores e em todo o segmentos econômicos do município de Cametá. De
forma a avaliar, selecionar, especificar e utilizar metodologias, tecnologias e ferramentas da Engenharia de Software, linguagens de programação e bancos de dados para auxiliar, diretamente, no desenvolvimento das instituições em que se insere. Coordena equipes de produção de softwares, vistoria, realiza perícia, avalia, emite laudo e parecer técnico em sua área de formação.
OBJETIVO GERAL
✔ Formar estudantes no curso superior de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas, capazes de compreender o processo de construção e reconstrução do conhecimento no domínio do desenvolvimento de softwares, para atuarem em um mercado globalizado de frequentes mudanças tecnológicas, bem como, realizar atividades de concepção, especificação, projeto, implementação, avaliação, suporte e manutenção de sistemas computacionais, assim como, aprimorar a formação de cidadãos críticos, éticos e atuantes na sociedade em que vivem, buscando soluções para o setor produtivo e para a melhoria da qualidade de vida da população.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
✔ Buscar, através das disciplinas expressas na matriz curricular, a formação de um profissional capaz de identificar os elementos básicos de informática, os sistemas operacionais, os diferentes softwares aplicativos, conceitos de redes de computadores;
✔ Desenvolver habilidades para o desenvolvimento de software, seguindo os princípios da engenharia de software, lógica de programação e linguagem de programação de alto nível;
✔ Solucionar os problemas técnicos do computador, construção das competências necessárias para o domínio dos princípios de funcionamento de um sistema de computador, qualificando a instalar e configurar o sistema, identificar e corrigir anomalias, monitorar o desempenho e adequar o uso e a necessidade do usuário.
✔ Proporcionar as condições para que os profissionais em tecnologia possam analisar criticamente a dinâmica da sociedade brasileira, com o foco na região do Baixo - Tocantins, e as diferentes formas de participação do cidadão-tecnólogo nesse contexto para que, a partir daí, possa atuar com competência técnica e compromisso ético com as transformações sociais orientadas à construção de uma sociedade justa.
Neste projeto pedagógico de curso, a metodologia é entendida como um conjunto de procedimentos empregados para atingir os objetivos estabelecidos, assegurando a formação integral dos estudantes. Para a sua concretude, consideram-se as características específicas dos discentes, seus interesses, condições de vida e de trabalho. Além da observação de seus conhecimentos prévios, os quais os orientarão na reconstrução dos conhecimentos acadêmicos direcionados para a área do curso.
Dessa forma, os princípios pedagógicos, filosóficos e legais que consideram a relação teoria-prática, associado à aprendizagem dos conhecimentos presentes na estrutura curricular do curso, conduzem a um fazer pedagógico, em que atividades como práticas interdisciplinares, seminários, oficinas, visitas técnicas e desenvolvimento de projetos, entre outros, estão presentes durante o percurso acadêmico dos discentes.
Considera-se a aprendizagem como processo de construção de conhecimento, em que partindo dos conhecimentos prévios dos alunos, os professores assumem um fundamental papel de mediação. Nesse sentido, os docentes devem propor estratégias de ensino, de maneira que, a partir da articulação entre o conhecimento do senso comum e o conhecimento acadêmico, o aluno possa desenvolver suas percepções e convicções acerca dos processos sociais e de trabalho, construindo-se como pessoas e profissionais com responsabilidade ética, técnica e política em todos os contextos de atuação.
No início de cada semestre letivo, os docentes e a equipe pedagógica devem planejar, de forma coletiva, as atividades a serem executadas naquele semestre. A equipe docente poderá organizar as atividades didáticas pedagógicas de forma integradoras baseadas em projetos de ensino, pesquisa e extensão, em situações desafiadoras que estimule os alunos a buscarem, mobilizar e ampliar seus conhecimentos, gerando assim, aprendizagens significativas, as quais culminará na avaliação da aprendizagem como uma prática diagnóstica e processual com ênfase nos aspectos qualitativos.
Neste sentido, a avaliação da aprendizagem assume dimensões mais amplas, ultrapassando a perspectiva da mera aplicação de provas e testes para assumir uma prática diagnóstica e processual com ênfase nos aspectos qualitativos.
A realização de projetos integradores surge em resposta à forma tradicional de ensinar. Significa que o ensino por projetos é uma das formas de organizar o trabalho acadêmico, levando os alunos à busca do conhecimento a partir da problematização de temas, do aprofundamento dos estudos, do diálogo entre diferentes áreas de conhecimentos - interdisciplinaridade e do desenvolvimento de atitudes colaborativas e investigativas.
Essa proposta visa à construção de conhecimentos significativos e deve estar contemplada em projetos interdisciplinares, que podem ser adotados como atividades inovadoras, eficazes e eficientes no processo de ensino e aprendizagem.
Além disso, faz-se necessária à adoção dos seguintes procedimentos didático-pedagógicos:
I - Adotar a pesquisa como um princípio educativo;
II - Adotar atitude interdisciplinar e transdisciplinar nas práticas educativas;
III - Articular e integrar os conhecimentos das diferentes áreas sem sobreposição de saberes;
IV - Contextualizar os conhecimentos sistematizados, valorizando as experiências dos alunos, sem perder de vista a (re) construção do saber;
V - Diagnosticar as necessidades de aprendizagem dos (as) estudantes a partir do levantamento dos seus conhecimentos prévios;
VI - Elaborar e executar o planejamento, registro e análise das aulas realizadas;
VII - Elaborar materiais impressos a serem trabalhados em aulas expositivas dialogadas e atividades em grupo;
VIII - Elaborar projetos com objetivo de articular e inter-relacionar os saberes, tendo como princípios a contextualização, a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade;
IX - Entender a totalidade como uma síntese das múltiplas relações que o homem estabelece na sociedade;
X - Ministrar aulas interativas, por meio do desenvolvimento de projetos, seminários, debates, atividades individuais e outras atividades em grupo;
XI - Organizar um ambiente educativo que articule múltiplas atividades voltadas às diversas dimensões de formação dos jovens e adultos, favorecendo a transformação das informações em conhecimentos diante das situações reais de vida;
XII - Problematizar o conhecimento, buscando confirmação em diferentes fontes;
XIII - Reconhecer a existência de uma identidade comum do ser humano, sem esquecer-se de considerar os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do aluno;
XIV - Reconhecer a tendência ao erro e à ilusão;
XV - Sistematizar coletivos pedagógicos que possibilitem os estudantes e professores refletir, repensar e tomar decisões referentes ao processo ensino-aprendizagem de forma significativa; e
XVI - Utilizar recursos tecnológicos para subsidiar as atividades pedagógicas.
PRINCÍPIOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS
Os princípios teóricos metodológicos adotados para a ação pedagógica
seguirão os pressupostos relacionados a seguir:
✔ O Trabalho e Pesquisa omo princípio e práticas educativas: O ser humano se diferencia dos demais seres, pelo fato de produzir, conscientemente, por meio do trabalho, seus próprios meios de vida. Nós somos frutos do trabalho. O que os indivíduos são e pensam, depende das condições materiais de sua produção (FRIGOTO e CIAVATTA, 2012; MARX, 2014).
A pesquisa, neste sentido, consiste em uma ferramenta metodológica que pretende enfocar o trabalho como princípio educativo, a partir da indissociabilidade entre teoria e prática, trabalho manual e trabalho intelectual, permitindo assim, a superação histórica, dicotomia da educação e formar trabalhadores capazes de atuar como dirigentes e cidadãos (GRAMSCI, 1981).
✔ Processos de Auto Organização dos Educandos: Outro princípio relevante nos processos de educação. As pessoas aprendem fazendo, participando, assumindo responsabilidades e desafios. A formação é uma forma de ação, de organização, de convivência. Nesse sentido, a estrutura orgânica dos cursos deve possibilitar aos educandos um exercício e aprendizado daquilo que deve ser nossa organicidade na prática. Tanto do ponto de vista da concepção como do ponto de vista do funcionamento. Refletir e aplicar os princípios do respeito ao coletivo.
✔ Relações Humanas, Valores/Gênero: Formação é também vivência, convivência (viver com outros, em coletivo). São espaços, processos de profundo intercâmbio cultural, de troca de experiências, bem como, momentos fortes de integração. Todo esse processo deve estar orientado pela vivência dos novos valores: companheirismo, solidariedade, responsabilidade; respeito à individualidade de cada um; honestidade, disciplina, etc. O curso deverá se tornar um espaço de exercício real, de continuidade da formação ética e moral de novos sujeitos sociais.
✔ Pedagogia da Autonomia: O educando é parte constituinte como sujeito, juntamente com o educador, do processo de construção do conhecimento. Sendo uma tarefa coletiva, se constrói e vivencia a autonomia não só enquanto uma ação educativa no processo de ensino-aprendizagem, mas também como uma ação transformadora do ser (FREIRE, 1996).
METODOLOGIAS DE ENSINO
A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso superior de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas está comprometida com a interdisciplinaridade e a contextualização, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
As práticas metodológicas dos cursos do Campus de Cametá estão fundamentadas na interação professor/aluno, mediada pelo conhecimento científico e pela realidade social. Esta postura implica em duas funções básicas: a função incentivadora e a função orientadora. Incentivadora garantindo situações que estimulem a participação ativa do aluno no ato de aprender, e orientadora em relação ao processo de aprendizagem do aluno, orientando-o para que possa
construir seu próprio conhecimento.
No processo de interação professor/aluno o diálogo torna-se fundamental. A partir de uma questão problematizadora o professor expõe o que sabe procurando relacionar com os conhecimentos prévios e experiências dos alunos, buscando uma síntese que explique ou resolva a situação problema que desencadeou a discussão e poder aplicar em atividades de pesquisa e extensão. São apresentadas aos alunos propostas de atividades desafiadoras que acionam seus esquemas cognitivos. As situações problematizadoras proporcionarão aos alunos observar, descrever, relatar, dialogar, ler, escrever, comparar, identificar, diferenciar, analisar, sintetizar deduzir, concluir, julgar, avaliar, propor e comparar hipóteses.
Para implementar essa visão os espaços das aulas expositivas são ampliados com atividades de pesquisa e extensão. Essas atividades incluem:
a) discussão de textos para o conhecimento e construção de referencial teórico da área;
b) dinâmica de grupo, debates e outros recursos para estimular o desenvolvimento de uma postura criativa, crítica e reflexiva frente aos temas apresentados e à prática profissional;
c) elaboração de projetos, produtos e serviços voltados à solução dos problemas regionais e nacionais pertinentes à área.
Além disso, para um curso superior de tecnologia é de fundamental importância o uso de técnicas de ensino cuja dinâmica permita estabelecer relações entre os diversos conteúdo do curso e sua aplicação. Dentro desta perspectiva, para o curso superior de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas, são sugeridas as seguintes atividades:
• Familiarização do discente com a modalidade EAD envolverá conhecimentos de informática e da plataforma AVA abordadas na disciplina de Introdução à Computação. Além disso, professores e tutores serão orientados a discutir sobre a necessidade constante de uma atuação disciplinada e organizada por parte dos estudantes, atributos essenciais para essa modalidade de ensino.
• Desenvolvimento de projetos de trabalho capazes de integrar diferentes componentes curriculares de um mesmo semestre do curso, ou, até mesmo, componentes de diferentes semestres;
• Realização de estágios extraclasse para alunos junto às empresas;
• Realização de atividades complementares capazes de oferecer maiores informações a respeito das atividades realizadas pelo profissional.
Os professores do curso devem usar diversos métodos no desenvolvimento dos componentes curriculares, observando sempre as vantagens e as limitações de cada um.
O discente receberá apoio no Programa de Assistência Estudantil do IFPA Campus Cametá. Este programa permite a execução de políticas educacionais no âmbito do campus e permite adotar ações necessárias ao desenvolvimento e a melhoria do processo educativo, manter a qualidade dos cursos ofertados e supervisionar as ações das coordenações de apoio ao ensino que integram sua estrutura. Toda a equipe de ensino (Diretores, TAEs e Docentes) promoverá articulação entre as coordenações de apoio ao ensino e os diversos departamentos e setores do Campus para disponibilizar atividades específicas e práticas em prol da melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem. Para garantir o acesso, permanência e conclusão de curso dos estudantes do IFPA, na perspectiva da inclusão social, da formação ampliada, da produção de conhecimento, da melhoria do desempenho acadêmico, da democratização do ensino e da qualidade de vida.
O Campus Cametá disponibiliza de auxílios aos estudantes de todos os níveis de ensino e modalidades ofertados pela Instituição, para alunos que se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconômica como auxílio-alimentação, moradia, inclusão digital, eventos educacionais, desportivos, artísticos, culturais e de lazer, bem como o acesso, participação e aprendizagem de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação.
Obedecendo às diretrizes traçadas pela Política de Assistência Estudantil, elegendo como prioridade aquelas necessidades consideradas básicas previstas pelo Decreto 7.234 de 19/07/2010.
Outras ações que visam a oferecer melhores condições de aproveitamento de estudos envolvem apoio com acompanhamento social e financeiro, através de bolsas de estudos disponibilizadas por meio de editais internos, e por outros projetos desenvolvidos na Coordenação de Assistência Estudantil (CAE) composta por assistente social, pedagogo, psicólogo e assistente de aluno e busca viabilizar a igualdade de oportunidades e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, implementando ações pedagógicas, psicológicas e sociais que contribuam para a permanência discente e para a melhoria da qualidade de vida do discente.
A avaliação do aproveitamento dos estudantes deverá ser formativa, portanto, integral, processual e contínua, tendo como parâmetros a Lei nº 9.394/96, o Projeto Pedagógico Institucional do IFPA e demais documentos reguladores das práticas acadêmico pedagógicas emanados pelo Campus IFPA/ Cametá, onde são salutares os seguintes elementos:
● Adoção de procedimentos de avaliação contínua e cumulativa;
● Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos;
● Inclusão de tarefas contextualizadas no SIGAA;
● Manutenção de diálogo permanente com o aluno, presencial ou no SIGAA;
● Divulgação dos critérios a serem adotados na avaliação;
● Exigência dos mesmos critérios de avaliação para todos os alunos;
● Apoio disponível para aqueles que têm dificuldades;
● Valorização das aptidões dos alunos, seus conhecimentos prévios;
● Acompanhamento da frequência, notas e atividades no SIGAA.
A avaliação abrangerá todos os momentos e recursos didáticos e tecnológicos que o professor utiliza no processo de ensino-aprendizagem, tendo como objetivo principal o acompanhamento do processo formativo dos estudantes, verificando como a proposta pedagógica vai sendo desenvolvida, bem como a recuperação paralela conforme Nota Técnica nº 05/2017 na tentativa de constante melhoria do aprendizado ao longo do percurso educacional.
Nesse sentido, cabe ao professor apresentar aos estudantes, na primeira semana letiva, o seu plano de ensino, discutindo as bases tecnológicas (conteúdos) que serão trabalhadas, objetivos, formas de avaliação, propostas de recuperação, metodologia, bibliografia básica e complementar, além de disponibilizar o plano de ensino e material digitais no SIGAA.
Serão utilizados instrumentos avaliativos diversificados que possibilitem observar e registrar o desempenho do estudante nas atividades desenvolvidas e que permita contribuir com seu desenvolvimento cognitivo, reorientando-o diante das dificuldades de aprendizagem apresentadas, reconhecendo as formas diferenciadas de aprendizagem, em seus distintos processos, ritmos, lógicas, exercendo, assim, o seu papel de orientador e mediador.
Para todos os efeitos, considerar-se-á avaliação como sendo toda estratégia didático pedagógica aplicada no processo de verificação da aprendizagem, prevista no plano de ensino, tais como:
I – observação contínua;
II – trabalhos individuais e/ou coletivos;
III – provas escritas e orais, individual ou em equipe, com ou sem consulta;
IV – verificações individuais ou em grupos;
V – arguições;
VI – seminários;
VII – visitas;
VIII – resolução de exercícios;
IX – execução de experimentos ou projetos;
X – relatórios referentes aos trabalhos, experimentos e visitas;
XI – trabalhos práticos;
XII – produção científica, artística ou cultural; e
XIII – outros instrumentos pertinentes à prática pedagógica.
EXPRESSÃO DE RESULTADOS
O resultado da avaliação do desempenho do estudante em cada componente curricular será expresso semestralmente através de notas, registradas de 0 (zero) a 10 (dez), sendo admitida apenas uma casa decimal após a vírgula.
Deverão ser usados no mínimo 2 (dois) instrumentos avaliativos em cada componente curricular no semestre.
A nota mínima da média semestral (MS) para aprovação em cada componente curricular será 7,0 (sete), calculada através da média aritmética das avaliações realizadas ao longo do semestre.
𝑀𝑆 = (1ª𝐵𝐼 + 2ª𝐵𝐼)/2 ≥7
Onde:
MS = Média Semestral
BI = Avaliação Bimestral
O estudante que não atingir média semestral igual ou superior a 7,0 (sete) ao final do período letivo, em determinado componente curricular, terá direito a prova final (PF).
A prova final constará de uma avaliação dos conteúdos trabalhados no componente curricular durante o período letivo. Neste caso, a média final (MF) será calculada a partir da nota obtida no exame final (EF) e da nota obtida na média semestral (MS) dividido por dois, conforme abaixo:
𝑀𝐹 = (𝑀𝑆+𝐸𝐹)/2 ≥ 7
Onde:
MS = Média Semestral
Fórmula da Média Semestral: 𝑀𝑆 = (1ª𝐵𝐼 + 2ª𝐵𝐼)/2
EF = Exame Final
O professor deverá registrar as notas das avaliações no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica e divulgar os resultados de cada avaliação num prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis contados da realização da avaliação, respeitando os limites do calendário acadêmico.
O estudante poderá solicitar revisão do resultado do exame final em até 2 (dois) dias úteis após a publicação do resultado, através de requerimento fundamentado, protocolado na Coordenadoria de Registros Acadêmicos ou equivalente, dirigido à Direção de Ensino ou à Coordenação de Curso.
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