Political-Pedagogic Project

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O Tecnólogo em Gestão de Turismo será habilitado para:
• Diagnosticar, planejar, gerenciar e comercializar produtos e serviços
turísticos, de agenciamento e de transporte turístico, analisando seus
impactos na comunidade receptora, com o objetivo do desenvolvimento do
turismo sustentável.
• Gerir pessoas e conflitos, na busca de serviços turísticos de qualidade e que
desenvolvam a interação entre os povos, respeitando suas diversidades.
• Elaborar, implantar, gerenciar e avaliar políticas, programas, projetos, ações
e modelos de negócios inclusivos na área de turismo.
• Gerir empreendimentos de Meios de Hospedagem, Agência de Turismo,
Transportadoras Turísticas, Organizadoras de Eventos, Parques Temáticos e
Acampamentos Turísticos e estabelecimentos afins, como Restaurantes,
bares e similares.
Para atuação como Tecnólogo em Gestão de Turismo, são fundamentais:
• Conhecimentos e saberes técnicos, relacionados aos processos de
elaboração de projetos, planejamento e gestão, tanto no setor público quanto
no privado, de espaço, serviços e destinos turísticos.
• Entendimento de processos de biossegurança e legislação na prestação de
serviços e organização de espaços turísticos. 

• Utilização das ferramentas de marketing e ferramentas tecnológicas na
inovação e comercialização do produto turístico e de destinos turísticos.

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OBJETIVOS DO CURSO
4.1. OBJETIVO GERAL
Formar profissionais éticos e inovadores, preparados para atuar na gestão
sustentável e humanizada de toda a cadeia produtiva do Turismo, quer seja na dimensão
pública, privada e/ou do terceiro setor, capazes de contribuir para o planejamento e o
desenvolvimento da atividade turística em escala local, regional e nacional.
4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Estimular a gestão ética e humanizada do profissional do turismo, orientada
pela igualdade de gênero, que favoreça a inclusão dos atores sociais aos
arranjos produtivos locais.
• Qualificar o discente para a realização de consultorias aos empreendimentos
turísticos, com foco no melhoramento dos processos e qualidade dos serviços
prestados.
• Incentivar o empreendedorismo e a criatividade, com foco na inovação de
produtos e serviços turísticos alinhados ao desenvolvimento ético e
sustentável do setor.

Promover atividades de pesquisa, inovação e extensão que subsidiem
projetos turísticos que contribuam para a melhoria da realidade local e
regional, nos espaços urbano e rural.
• Identificar as potencialidades do turismo receptivo (mercado local) para
contribuir com o desenvolvimento sustentado do mesmo.

METODOLOGIA
A metodologia que será desenvolvida no curso de Superior de Tecnologia em
Gestão de Turismo está baseada na interação entre reflexão teórica e vivência
profissional, que visam levar o aluno a desenvolver as habilidades de compreensão,
análise, comparação e síntese das informações, de modo a possibilitar a autonomia para
propor soluções baseadas em análises críticas.

É de responsabilidade de todos envolvidos no processo educativo incluindo os
docentes, gestores, coordenações e equipes pedagógicas de apoio, no intuito de
alcançar os objetivos propostos para a graduação tecnológica e possibilitar uma
formação integral e continuada. Para isso, antes de cada período letivo, o planejamento
das atividades curriculares será feito de forma coletiva pelos docentes que atuarão no
semestre, a fim de garantir uma maior integração entre os componentes curriculares.
Com vistas a construção do processo de ensino e aprendizagem são
recomendados como procedimentos didático-pedagógicos:
• Elaboração do Plano de Ensino, para definição de objetivos, procedimentos e
formas da avaliação dos conteúdos previstos na ementa da disciplina.
• Problematização do conhecimento como forma de induzir ao desenvolvimento
de pesquisa por meio da busca de confirmação em diferentes fontes de
solução de problemas;
• Contextualização dos conhecimentos de forma sistematizada, relacionandoos
com sua aplicabilidade no mundo real e valorizando as experiências dos
alunos, sem perder de vista também a construção do conhecimento;
• Adoção da pedagogia de projetos ou da pedagogia de problemas com a forma
de promoção da integração dos saberes, disciplinas ou áreas de
conhecimento, tendo como princípios a contextualização e a
interdisciplinaridade, expressas tanto na forma de trabalhos previstos nos
planos das disciplinas como na prática profissional;
• Diagnóstico das necessidades de aprendizagem dos estudantes a partir do
levantamento dos seus conhecimentos;
• Elaboração de materiais a serem trabalhados em aulas expositivas,
dialogadas e atividades em grupo;
• Utilização de recursos tecnológicos para subsidiar as atividades pedagógicas;
A adoção destes procedimentos metodológicos contribui com prática formativa,
contínua e processual, constituindo-se como uma forma de instigar seus sujeitos a
procederem com investigações, observações, confrontos e outros procedimentos
decorrentes das situações-problema.

Cabe ao docente a escolha das estratégias de ensino e dos instrumentos de
avaliação da aprendizagem a serem adotados em cada unidade curricular. A avaliação
do desempenho da aprendizagem é efetivada em cada unidade curricular através de
vários instrumentos: atividades de pesquisa, exercícios escritos e orais, testes,
atividades práticas, elaboração de relatórios, estudos de casos, relato de experiência,
produção de textos, execução de projetos, monografias e outros instrumentos
previamente definidos nos Planos de Ensino de cada componente curricular, de forma
interdisciplinar e contextualizada, baseado em critérios que estabelecerão a
quantificação do rendimento da aprendizagem do aluno durante todo o percurso
acadêmico.
A estrutura curricular também foi pensada a fim de diversificar a modalidade de
oferta de componentes curriculares por meio da inovação educacional, com a integração
das tecnologias de informação e comunicação nos processos educacionais (BELLONI,
2002).

APOIO AO DISCENTE
O IFPA possui inúmeros programas de apoio ao discente, que englobam diversas
categorias nas quais o público do campus está inserido. Por meio do Programa Nacional
de Assistência Estudantil – PNAES, executado no âmbito do Ministério da Educação,
que tem como finalidade ampliar as condições de permanência dos jovens na educação 

superior pública federal. O PNAES foi instituído pelo decreto nº 7.234, de 19 de julho de
2010.
No IFPA campus Bragança, as ações de assistência estudantil são conduzidas
pelo Setor de Assistência Estudantil e Ações Inclusivas que é responsável pela
implementação da política de assistência estudantil instituída pela Resolução nº07/2020.
São publicados anualmente, os editais do setor como por exemplo: Edital de índice de
vulnerabilidade social (IVS); Auxílio Permanência; Auxílio PcD (Pessoa com deficiência);
edital para a participação em eventos esportivos e culturais, entre outros.
O edital de solicitação do Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) tem por objeto
analisar a condição de vulnerabilidade social do/a estudante com o objetivo de permitir
a inscrição em editais de concessão de auxílios da assistência estudantil. Como política
pública, o Auxílio Permanência é um auxílio financeiro destinado a estudantes em
comprovada situação de vulnerabilidade social. As bolsas concedidas servem para
contribuir com despesas de alimentação, transporte, moradia, atenção à saúde, creche
ou apoio pedagógico, visando à permanência e êxito no percurso formativo.
Já a concessão do Auxílio Pessoa com Deficiência (PCD) é um apoio financeiro
aos estudantes em situação de vulnerabilidade social do IFPA que possuam algum tipo
de deficiência, visando contribuir com as despesas de alimentação, transporte, moradia
e material de apoio pedagógico. Por fim, o edital para a participação em eventos
esportivos e culturais tem como objetivo disponibilizar apoio aos estudantes
regularmente matriculados no IFPA, Campus Bragança, para participação em eventos
técnico-científicos, esportivos e culturais, de âmbito Estadual ou Nacional, como o auxílio
para participação no JIF’s e auxílio para participação no SICTI. 

Entre outros auxílios praticados, tem-se o auxílio Eventual, que consiste na
concessão de auxílio financeiro aos estudantes em comprovada situação imprevisível,
extrema e temporária de vulnerabilidade social, que impossibilite a permanência e o êxito
no percurso acadêmico na Instituição. Anualmente, são lançados editais de que preveem
bolsas aos estudantes a serem desenvolvidas nos eixos do Ensino, da Pesquisa e da
Extensão.

ACESSIBILIDADE
No cotidiano da diversidade que vivemos, a educação inclusiva tem como
proposta refletir sobre construção de atitudes de respeito à diversidade, bem como atuar
na desconstrução de comportamentos e atitudes que desrespeitem tais diferenças. No
âmbito dos institutos federais, a promoção da cidadania se dá através da efetivação de
políticas públicas promotoras de educação de qualidade para todos.
Nesse sentido, o IFPA – Campus Bragança, tem trabalhado de forma a criar tais
possibilidades. Para isso, procura instrumentalizar sua gestão nos princípios éticos,
políticos e filosóficos que norteiam os dispositivos legais da Educação Inclusiva
fundamentando-se na atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei nº
9.394/96, no Plano Nacional de Educação - PNE, Lei nº.10.172/2009, e na Política
Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da
Vida (PNEE, 2020).
O Decreto nº 5.296 de 02/12/ 2004, regulamenta as Leis no 10.048, de 8 de
novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e a Lei
n° 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida. O documento estabelece as condições gerais de acessibilidade;
orienta a implementação da acessibilidade arquitetônica e urbanística; prevê a
acessibilidade aos serviços de transportes coletivos; a acessibilidade à informação e à
comunicação sobre as ajudas técnicas do Programa Nacional de Acessibilidade.

Tais documentos, entre outros, estabelecem normas para a educação de pessoas
com deficiência, considerando-se como tal aquelas que apresentam impedimento de
longo prazo, de natureza física, mental ou sensorial, que em interação com diversas
barreiras, podem ter restringida sua participação plena e efetiva na escola e na
sociedade.
O Campus Bragança tem o compromisso e o desafio de efetivar ações que
atendam às necessidades reais da comunidade discente ao criar condições para o
acesso, a permanência e o sucesso dos alunos. Estas ações envolvem o planejamento
e a organização de recursos e serviços para a promoção da acessibilidade arquitetônica,

dos sistemas de comunicações e informação, da ampliação e do fortalecimento de
implementação de tecnologias assistivas, bem como o incentivo e apoio na realização
de eventos pedagógico-científicos voltados para a educação inclusiva. Além disso, atua
em parceria com entidades e instituições públicas e privadas voltada a ações inclusivas;
desenvolve uma política de formação continuada aos docentes, além da
instrumentalização de materiais didáticos pedagógicos que envolvem o ensino, a
pesquisa e a extensão.
Para pensar, executar e avaliar as ações acima mencionadas, o IFPA – Campus
Bragança possui em seu organograma o Núcleo de Atendimento às Pessoas com
Necessidades Específicas - NAPNE que, em parceria com os demais setores da
instituição e instituições de mesmo fim, articula as políticas voltadas à inclusão
educacional das pessoas com deficiência com o objetivo de criar e fomentar a cultura da
educação para a convivência e aceitação da diversidade.
O NAPNE corresponde ao núcleo de acessibilidade previsto no Decreto
7.611/2011, e sua atuação pauta-se na articulação entre o Ensino, a Pesquisa e a
Extensão. Dessa forma, além do ensino e das questões relacionadas a acessibilidades,
o NAPNE também desenvolve atividades de extensão e de pesquisa. Este núcleo tem
como finalidades:

• Desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão.
• Desenvolver material didático-pedagógico específico a ser utilizado.
• Divulgar informações, eventos, dentre outros, sobre as ações inclusivas.
• Desenvolver parcerias e intercâmbios com instituições e organizações para
ações inclusivas;
• Fomentar e realizar programas de treinamento à comunidade acadêmica
voltado à educação inclusiva.
• Estimular a comunidade acadêmica no sentido de fortalecer as relações
humanas em respeito à diversidade e às diferenças entre as pessoas.
O NAPNE do IFPA-Campus Bragança é um órgão que possui uma coordenação
geral, uma coordenação pedagógica e uma equipe multidisciplinar e está em pleno
funcionamento com inúmeras ações, como por exemplo formações para professores

visando o atendimento de estudantes NEE; projetos culturais e desportivos que
contemplem estudantes NEE; ações educacionais de apoio a discentes NEE; apoio a
estudantes de todos os níveis que desejem realizar estudos, invenções, projetos ou
outras atividades que tenham como foco a inclusão educacional/social de estudantes
NEE.
O NAPNE, campus Bragança, atua com vistas a garantir acessibilidade em
diversas dimensões, dentre as quais destacamos:
• Acessibilidade atitudinal: Ausência de barreiras impostas por preconceitos,
estigmas, estereótipos e discriminações, sejam elas de raça, gênero ou
religioso.
• Acessibilidade comunicacional: Ausência de barreiras na comunicação
interpessoal, na comunicação escrita e na comunicação virtual (acessibilidade
no meio digital). Para garantir essa dimensão de acessibilidade, é importante
a aprendizagem da língua de sinais, assim como a presença do tradutor
intérprete de Libras para que a comunicação entre surdo e ouvinte seja
efetivada, utilização de textos em Braille, textos com letras ampliadas para
quem tem baixa visão, uso do computador com leitor de tela, etc.

Acessibilidade metodológica: Ausência de barreiras nos métodos, teorias e
técnicas de ensino/aprendizagem (escolar), de trabalho (profissional), de ação
comunitária (social, cultural, artística etc.), de educação dos filhos (familiar),
etc. utilizando abordagens que possam respeitar a especificidades de cada
aluno, para que assim possa extrair suas potencialidades.
• Acessibilidade digital: ausência e/ou diminuição de barreiras para o acesso
na Web, aos sites e portais digitais, assegurando ao discente a compreensão,
navegação e interação de maneira efetiva com as páginas. Significa
proporcionar às pessoas com deficiência o acesso aos sistemas e tecnologias
da informação e comunicação, bem como a outros serviços e instalações
digitais. Trata-se de um esforço para garantir que todos possam participar,
contribuir e se beneficiar do acesso.

Acrescentar acessibilidade instrumental: ausência e/ou diminuição de
barreiras no uso de utensílios e ferramentas que são necessárias no
desenvolvimento de atividades escolares, profissionais, de recreação e de
lazer.
O NAPNE disponibiliza nesse momento 02 mesas adaptadas para cadeirantes,
02 mesas adaptadas para as aulas de informática, 04 bolas com guizo, 03 teclados em
braile e 03 teclados colmeias, além disso, o espaço físico da Instituição está de acordo
com o solicitado para proporcionar acessibilidade às dependências das unidades e
subunidades acadêmicas, por exemplo: rampas, elevador, banheiros adaptados, piso
tátil e outros. No momento, o Núcleo atende 14 alunos pelo edital interno de monitoria e
pretende incluir mais discentes para atendimento individualizado.
Os professores e técnicos administrativos em educação se qualificam por meio de
cursos, palestras e minicursos, como por exemplo o curso de Libras e outros que
contribuem para o aperfeiçoamento das ações didático pedagógicas. Portanto o IFPACampus
Bragança está apto a receber os discentes que apresentem algum tipo de
necessidade específica.

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
Avaliar a aprendizagem implica acompanhar o desempenho dos estudantes
durante todo o processo de ensino; a fim de detectar avanços ou erros, corrigir as
construções equivocadas e promover a apreensão de novos conhecimentos. É
compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, contínua,
cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico para
verificar se houve aprendizagem e apontar caminhos para o processo educativo.
A avaliação deve valorizar os aspectos qualitativos sobre os quantitativos, em que
deverão ser priorizados os instrumentos integradores de conteúdos curriculares e
estimuladores da autonomia na aprendizagem do aluno, de forma que envolvam
atividades realizadas individualmente e em grupos fornecendo indicadores de sua

aplicação no contexto profissional desse sujeito, tais como execução de projetos,
pesquisas na sua área de atuação profissional e demais atividades.
Os instrumentos e critérios de avaliação, estão previstos no Plano de Ensino do
professor e são apresentados aos estudantes no início do semestre letivo, para que estes
possam gerir o seu próprio processo de aprendizagem. Sempre que observar a
necessidade de ajustes, visando a superação de dificuldades observadas na turma, o
professor terá autonomia para fazê-lo e deve informar aos estudantes.
A sistemática de avaliação do ensino seguirá o que preconiza o Regulamento
Didático do IFPA, conforme Resolução N° 944/2023, CONSUP de 08 de março de 2023,
que trata da Média Final de Aprovação Discente e que prescreve a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação - LDB N° 9.394/96.
A verificação do desempenho acadêmico é feita de forma diversificada de acordo
com a peculiaridade de cada processo educativo, contendo entre outros:
• Atividades individuais e em grupo, como: pesquisa bibliográfica,
demonstração prática e seminários;
• Pesquisa de campo, elaboração e execução de projetos;
• Provas escritas e/ou orais: individual ou em equipe;
• Produção científica, artística ou cultural.
A avaliação do desempenho acadêmico deve tomar como referência os
parâmetros orientadores de práticas avaliativas qualitativas, a saber:
• Domínio cognitivo - capacidade de relacionar o novo conhecimento com o
conhecimento já adquirido;
• Cumprimento e qualidade das tarefas - execução de tarefas com requisitos

previamente estabelecidos no prazo determinado com propriedade,
empenho, iniciativa, disposição e interesse;
• Capacidade de produzir em equipe - aporte pessoal com disposição,
organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal no
desenvolvimento de habilidades, hábitos, conhecimentos e valores;
• Autonomia - capacidade de tomar decisões e propor alternativas para
solução de problemas, iniciativa e compreensão do seu desenvolvimento.

Em cada instrumento de avaliação, os parâmetros orientadores de práticas
avaliativas qualitativas devem ser considerados em conjunto, quando aplicáveis, na
composição da nota.
O desempenho do discente em cada unidade didática será registrado através de
nota, compreendida entre 0,0 (zero) e 10,0 (dez). Os resultados das avaliações serão
mensurados de acordo com a Organização Didática em vigor no regime semestral, sendo
que todas as disciplinas estão enquadradas no regime semestral, tendo como critérios
de avaliação NOTA, da seguinte forma.
Para a avaliação semestral utiliza-se a fórmula descrita abaixo:
LEGENDA:
MS = Média Semestral
1a BI = 1a Bimestral (verificação da aprendizagem)
2a B I= 2a Bimestral (verificação da aprendizagem)
a) O discente será aprovado na disciplina por média, se obtiver nota maior ou
igual a sete (≥ 7,0)
b) Caso a Média Semestral (MS) seja menor que sete (< 7,0), o discente o
discente fará prova final.

O discente estará aprovado após a realização da prova final se obtiver nota
maior ou igual a sete (≥7,0).
d) O resultado da Média Final será obtido da seguinte forma:

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LEGENDA:
MF=Média Final
MS=Média Semestral
NPF=Nota da Prova Final
O aluno é considerado aprovado por média quando obtiver Média Bimestral (MB)
ou Média Final (MF) igual ou superior a sete e frequência mínima igual ou superior a 75%
por período letivo. As faltas serão registradas na Folha de Frequência ou Diário de
Classe pelo respectivo docente, no sistema de gestão acadêmica (SIGAA).
O regime de dependência e o prosseguimento de estudos no período letivo e
poderá ser realizado de maneira concomitante ou subsequente ao período mínimo de
integralização do curso. O regime de dependência pode ser realizado durante o Período
Letivo Especial (PLE) como descrito na instrução normativa 001/2018 da PROEN.
Por fim, devemos frisar que a recuperação paralela deverá estar previsto no plano
de disciplina, como é previsto no art. 277 em seu inciso 3 da resolução 944.2023 que
trata do regulamento didático pedagógico dos cursos superiores no âmbito do IFPA.

 

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